{"id":2253,"date":"2022-09-29T15:31:23","date_gmt":"2022-09-29T15:31:23","guid":{"rendered":"https:\/\/inclusivecourts.pt\/?p=2253"},"modified":"2022-09-29T16:53:34","modified_gmt":"2022-09-29T16:53:34","slug":"tribunal-constitucional-acordao-n-o-232-2004-31-03-2004","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivecourts.pt\/en\/tribunal-constitucional-acordao-n-o-232-2004-31-03-2004\/","title":{"rendered":"Constitutional Court, judgment no. 232\/2004, 31.03.2004"},"content":{"rendered":"<p>PENA ACESS\u00d3RIA DE EXPULS\u00c3O | INTERDI\u00c7\u00c3O DE ENTRADA | ESTRANGEIROS COM FILHOS MENORES DE NACIONALIDADE PORTUGUESA | INIMPUT\u00c1VEL ESTRANGEIRO<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Tribunal Constitucional, ac\u00f3rd\u00e3o n.\u00ba 232\/2004, 31.03.2004<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>JURISDI\u00c7\u00c3O: Constitucional<\/p>\n<p>PROCESSO: 807\/99<\/p>\n<p>ASSUNTO: Fiscaliza\u00e7\u00e3o abstrata da constitucionalidade<\/p>\n<p>JUIZ RELATOR: Benjamim Rodrigues<\/p>\n<p>DECIS\u00c3O: Declara a inconstitucionalidade, com for\u00e7a obrigat\u00f3ria geral, das normas do artigo 101.\u00ba, n.\u00ba 1, al\u00edneas a), b) e c), e n.\u00ba 2, e do artigo 125.\u00ba, n.\u00ba 2, do Decreto-Lei n.\u00ba 244\/98, de 8 de agosto, na sua vers\u00e3o origin\u00e1ria, da norma do artigo 68.\u00ba, n.\u00ba 1, al\u00edneas a), b) e c), do Decreto-Lei n.\u00ba 59\/93, de 3 de mar\u00e7o, e da norma do artigo 34.\u00ba, n.\u00ba 1, do Decreto-Lei n.\u00ba 15\/93, de 22 de janeiro, enquanto aplic\u00e1veis a cidad\u00e3os estrangeiros que tenham a seu cargo filhos menores de nacionalidade portuguesa residentes em territ\u00f3rio nacional. Fixa os efeitos da declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade de modo que n\u00e3o fiquem ressalvados os casos julgados relativamente a penas acess\u00f3rias de expuls\u00e3o ainda n\u00e3o executadas aquando da publica\u00e7\u00e3o da decis\u00e3o. N\u00e3o declara a inconstitucionalidade da norma do artigo 97.\u00ba do C\u00f3digo Penal. N\u00e3o toma conhecimento do pedido quanto \u00e0 norma do artigo 25.\u00ba, n.\u00ba 2, al\u00ednea c), do Decreto-Lei n.\u00ba 244\/98, de 8 de agosto, na sua reda\u00e7\u00e3o origin\u00e1ria.<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS DE DIREITO INTERNO:<\/p>\n<p>Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Portuguesa [artigos 15.\u00ba, n.\u00ba 1, 30.\u00ba, n.\u00ba 4, 33.\u00ba, n.\u00ba 1, 36.\u00ba, n.\u00ba 6, 281.\u00ba, n.\u00ba 2, al\u00ednea d), 282.\u00ba]<\/p>\n<p>Lei do Tribunal Constitucional (artigos 39.\u00ba, n.\u00ba 2, 51.\u00ba, n.\u00ba 5, 54.\u00ba, 55.\u00ba, n.\u00ba 3, 63.\u00ba, n.\u00ba 1)<\/p>\n<p>C\u00f3digo Penal, vers\u00e3o original (artigo 96.\u00ba)<\/p>\n<p>C\u00f3digo Penal, na reda\u00e7\u00e3o dada pelo Decreto-Lei n.\u00ba 48\/95, de 15 de mar\u00e7o (artigo 97.\u00ba)<\/p>\n<p>Decreto-Lei n.\u00ba 15\/93, de 22 de janeiro (artigo 34.\u00ba, n.\u00ba 1)<\/p>\n<p>Decreto-Lei n.\u00ba 59\/93, de 3 de mar\u00e7o (artigos 68.\u00ba, n.\u00ba 1, 90.\u00ba, n.\u00ba 2)<\/p>\n<p>Decreto-Lei n.\u00ba 244\/98, de 8 de agosto [artigos 25.\u00ba, n.\u00ba 2, al\u00ednea c), 101.\u00ba, 125.\u00ba, 162.\u00ba]<\/p>\n<p>Decreto-Lei n.\u00ba 244\/98, de 8 de agosto, na reda\u00e7\u00e3o dada pelo Decreto-Lei n.\u00ba 34\/2003, de 25 de fevereiro [artigos 25.\u00ba, n.\u00ba 2, al\u00ednea c), 136.\u00ba-B]<\/p>\n<p>Decreto-Lei n.\u00ba 4\/2001, de 10 de janeiro<\/p>\n<p>Decreto-Lei n.\u00ba 34\/2003, de 25 de fevereiro (artigos 1.\u00ba, 6.\u00ba)<\/p>\n<p>Tribunal Constitucional, ac\u00f3rd\u00e3o n.\u00ba 17\/83, 03.11.1983<\/p>\n<p>Tribunal Constitucional, ac\u00f3rd\u00e3o n.\u00ba 238\/88, 25.10.1988<\/p>\n<p>Tribunal Constitucional, ac\u00f3rd\u00e3o n.\u00ba 465\/91, 11.12.1991<\/p>\n<p>Tribunal Constitucional, ac\u00f3rd\u00e3o n.\u00ba 442\/93, 14.07.1993<\/p>\n<p>Tribunal Constitucional, ac\u00f3rd\u00e3o n.\u00ba 116\/97, 18.02.1997<\/p>\n<p>Tribunal Constitucional, ac\u00f3rd\u00e3o n.\u00ba 181\/97, 05.03.1997<\/p>\n<p>Tribunal Constitucional, ac\u00f3rd\u00e3o n.\u00ba 31\/99, 13.01.1999<\/p>\n<p>Tribunal Constitucional, ac\u00f3rd\u00e3o n.\u00ba 470\/99, 14.07.1999<\/p>\n<p>Tribunal Constitucional, ac\u00f3rd\u00e3o n.\u00ba 673\/99, 15.12.1999<\/p>\n<p>Tribunal Constitucional, ac\u00f3rd\u00e3o n.\u00ba 98\/2000, 16.02.2000<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS DE DIREITO INTERNACIONAL:<\/p>\n<p>Conven\u00e7\u00e3o Europeia dos Direitos Humanos (artigo 8.\u00ba)<\/p>\n<p>TEDH, <em>Abdulaziz, Cabales e Balkandali c. Reino Unido<\/em>, 1985<\/p>\n<p>TEDH, <em>Berrehab c. Pa\u00edses Baixos<\/em>, 1985<\/p>\n<p>TEDH, <em>Moustaquim c. B\u00e9lgica<\/em>, 1991<\/p>\n<p>TEDH, <em>Beldjoudi c. Fran\u00e7a<\/em>, 1992<\/p>\n<p>TEDH, <em>Nasri c. Fran\u00e7a<\/em>, 1995<\/p>\n<p>TEDH, <em>Ahmut c. Pa\u00edses Baixos<\/em>, 1996<\/p>\n<p>TEDH, <em>Boughanemi c. Fran\u00e7a<\/em>, 1996<\/p>\n<p>TEDH, <em>C. c. B\u00e9lgica<\/em>, 1996<\/p>\n<p>TEDH, <em>G\u00fcl c. Su\u00ed\u00e7a<\/em>, 1996<\/p>\n<p>TEDH, <em>Bouchelkia c. Fran\u00e7a<\/em>, 1997<\/p>\n<p>TEDH, <em>Boujlifa c. Fran\u00e7a<\/em>, 1997<\/p>\n<p>TEDH, <em>El Bouja\u00efdi c. Fran\u00e7a<\/em>, 1997<\/p>\n<p>TEDH, <em>Mehemi c. Fran\u00e7a<\/em>, 1997<\/p>\n<p>TEDH, <em>Dalia c. Fran\u00e7a<\/em>, 1998<\/p>\n<p>Tribunal de Justi\u00e7a da Uni\u00e3o Europeia, <em>Rutili<\/em>, 1975<\/p>\n<p>Tribunal de Justi\u00e7a da Uni\u00e3o Europeia,<em> Sagulo<\/em>, 1977<\/p>\n<p>Tribunal de Justi\u00e7a da Uni\u00e3o Europeia, <em>Watson<\/em>, 1977<\/p>\n<p>Tribunal de Justi\u00e7a da Uni\u00e3o Europeia, <em>Giagounidis<\/em>, 1991<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS DE DIREITO ESTRANGEIRO:<\/p>\n<p>Tribunal Constitucional da Alemanha, senten\u00e7a de 12 de maio de 1987<\/p>\n<p>Supremo Tribunal Federal dos Estados Unidos da Am\u00e9rica, <em>Plyer v. Doe<\/em>, 1982<\/p>\n<p>PALAVRAS-CHAVE: Pena acess\u00f3ria de expuls\u00e3o; interdi\u00e7\u00e3o de entrada; estrangeiros com filhos menores de nacionalidade portuguesa; inimput\u00e1vel estrangeiro; princ\u00edpio da culpa; proporcionalidade da pena; direito a entrar ou permanecer no territ\u00f3rio nacional; estrangeiros n\u00e3o residentes; t\u00edtulo v\u00e1lido de resid\u00eancia em Portugal; imigrante dito ilegal; sa\u00edda for\u00e7ada de cidad\u00e3os portugueses de territ\u00f3rio nacional; ex\u00edlio; necessidade de afastamento entre pais e filhos; condi\u00e7\u00f5es de exerc\u00edcio do poder paternal; separa\u00e7\u00e3o entre pais e filhos provocada pela pris\u00e3o; filhos menores de nacionalidade estrangeira; expatria\u00e7\u00e3o; discrimina\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o da nacionalidade na puni\u00e7\u00e3o de crimes; proibi\u00e7\u00e3o de expuls\u00e3o de cidad\u00e3os nacionais; puni\u00e7\u00e3o id\u00eantica qualquer que seja a nacionalidade do agente; princ\u00edpio da igualdade; enquadramento constitucional e jus-internacional em mat\u00e9ria de prote\u00e7\u00e3o dos direitos do homem; ato leg\u00edtimo de soberania do Estado portugu\u00eas; Sistema de Informa\u00e7\u00e3o Schengen; conven\u00e7\u00e3o internacional; prote\u00e7\u00e3o de estrangeiros e ap\u00e1tridas a quem \u00e9 negada entrada em territ\u00f3rio nacional; perda de direitos civis, profissionais, ou pol\u00edticos; princ\u00edpio da dignidade da pessoa humana; reinser\u00e7\u00e3o e readapta\u00e7\u00e3o social do delinquente; autoridades competentes do pa\u00eds de que o estrangeiro \u00e9 nacional; unidade da fam\u00edlia; direito \u00e0 conviv\u00eancia; princ\u00edpio da equipara\u00e7\u00e3o dos estrangeiros e ap\u00e1tridas aos cidad\u00e3os nacionais; regime de entrada, perman\u00eancia, sa\u00edda e expuls\u00e3o de estrangeiros do territ\u00f3rio nacional; estrangeiro que tenha os filhos menores a seu cargo; conceito de vida familiar; interesse de preservar a rela\u00e7\u00e3o entre pais e filhos; deveres fundamentais para com os filhos; reais la\u00e7os sociais com o territ\u00f3rio do Estado; estatuto dos estrangeiros em situa\u00e7\u00e3o irregular; imigrantes clandestinos; princ\u00edpio da proporcionalidade; defesa da integridade do n\u00facleo familiar; Direito comparado; raz\u00f5es de justi\u00e7a, igualdade e equidade; ambiente familiar consolidado pela presen\u00e7a dos progenitores, ainda que estes sejam estrangeiros; reagrupamento familiar; conex\u00e3o relevante com a ordem jur\u00eddica portuguesa; interesse em reingressar no territ\u00f3rio nacional para acompanhar os filhos menores; condena\u00e7\u00e3o em pa\u00eds estrangeiro<\/p>\n<p>COMENT\u00c1RIO: A adicionar brevemente.<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS NA DOUTRINA:<\/p>\n<p>CANOTILHO, J.J. Gomes, e MOREIRA, Vital, <em>Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Portuguesa Anotada<\/em>, vol. I, 4.\u00aa ed. revista, Coimbra, Coimbra Editora, 2007.<\/p>\n<p>MIRANDA, Jorge, e MEDEIROS, Rui, <em>Constitui\u00e7\u00e3o Portuguesa Anotada<\/em>, tomo I, 2.\u00aa ed., Coimbra, Wolters Kluwer\/Coimbra Editora, 2010.<strong> \u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fa\u00e7a download da decis\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/inclusivecourts.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/TC-Acordao-232_2004.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-267\" src=\"https:\/\/inclusivecourts.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/PDF-Imagem-300x180.jpg\" alt=\"\" width=\"223\" height=\"134\" srcset=\"https:\/\/inclusivecourts.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/PDF-Imagem-300x180.jpg 300w, https:\/\/inclusivecourts.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/PDF-Imagem.jpg 608w\" sizes=\"(max-width: 223px) 100vw, 223px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PENA ACESS\u00d3RIA DE EXPULS\u00c3O | INTERDI\u00c7\u00c3O DE ENTRADA | ESTRANGEIROS COM FILHOS MENORES DE NACIONALIDADE PORTUGUESA | INIMPUT\u00c1VEL ESTRANGEIRO &nbsp; 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